domingo, 20 de março de 2016

A menina que engoliu o dentinho

Tenho uma aluna linda na escola a qual sou proprietária.
Um dia, sua mãe me contou uma história de que esta pequenina havia estado com um dente mole, 
que ninguém havia percebido, então um dia, quando sua mãe foi conferir seus dentinhos, adivinha só?
Ele não estava lá e ela não tinha cuspido ou jogado fora... ela havia engolido inteirinho...
Resolvi então, transformar essa história em uma estória!

Segue abaixo a história da "menina que engoliu o dentinho"
Escrita por mim: Noah Chiavenato










 acessar a página do IEDUCHI para conehcer nosso trabalho e nossas crianças

Espero que tenham gostado!

Boa leitura!

Para acessar a página do face do IEDUCHI e conhecer nosso trabalho e nossas crianças clique aqui.
 
Noah Chiavenato

sábado, 26 de abril de 2014

SURDEZ: INDIVÍDUO SURDO OU DEFICIENTE AUDITIVO?


Noah de Paula Chiavenato

Criou-se com o passar do tempo uma cristalização em torno do indivíduo/pessoa surda, como sendo aquele que não escuta e percebe e interage com o mundo através da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), porém o ser Surdo é muito mais que essa simples definição, sendo assim, queremos mostrar, através deste trabalho, as implicações sobre o que é ser surdo aceitando-se como tal e o surdo que não admite a surdez, identificando-a como um problema. Estabeleceremos assim, a diferença entre os dois pensamentos identificados nos indivíduos que fazem parte da Cultura Surda.
De acordo com o Decreto Nº 5.626 de Janeiro de 2005 e aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seu artigo 2º e Parágrafo Único considera a pessoa surda como

Aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz (BRASIL, 2005).


A Constituição Federal identifica a pessoa surda como pertencente a uma Cultura Visual que utiliza para interagir com o meio a LS (Língua de Sinais). Podemos afirmar então, que o ser Surdo enquadrado neste conceito é aquele que admite-se enquanto surdo e aceita a sua Cultura.
Para Dorziat (2009, p.15) surge uma dúvida: “Afinal, de que Surdos se fala, ao tratar sobre a necessidade de considerar sua identidade?”, pois segundo a autora o ser Surdo está estritamente voltado a negar sua realidade ou aceita-se como um novo homem e está disposto a dar acesso ao reconhecimento da diferença.
Soares e Lacerda (2007) implicam em afirmar que o indivíduo surdo que faz parte de um grupo familiar composto por ouvintes tem maior propensão em não aceitar-se como uma pessoa diferente, porém com uma deficiência, que através da medicina poderá “curar-se”, mesmo utilizando de técnicas mais radicais, como o implante Coclear. Já os surdos que desde seu nascimento ou descoberta da surdez, é inserido em um ambiente que lhe propicie segurança, estabilidade e socialização com outras pessoas também surdas que aceitam-se e defendem sua cultura, muito provavelmente a criança irá crescer e desenvolver-se já dentro desta Cultura, utilizando meios e formas de se comunicar própria do surdo, como a LS.
Estamos falando do surdo dentro de uma visão sócio-antropológica: do surdo enquanto ser social, que atua e defende o direito de pertencer à cultura surda” (CHIAVENATO, 2010).
De acordo com a pesquisa realizada por Dorziat (2009), existem várias situações dentro da cultura surda, onde alguns surdos comparam-se ao ouvinte, outros surdos (que definem-se como deficientes) comparam-se com outros surdos (estes que se aceitam e fazem parte de uma cultura gesto-visual) e outros surdos (oralizados) que comparam-se com outros surdos (utilizadores da LS). Há então um preconceito muito grande entre os próprios surdos: aqueles que aprenderam a ler lábios e oralizar e os surdos que fazem utilização da LS para sua comunicação.
Os primeiros encontram-se em uma abordagem clínica, onde veem-se como deficientes auditivos, portanto há  a tão sonhada visão do ouvinte como a pessoa perfeita e onde ele gostaria de estar encaixado, pensando então, da mesma forma: que o ouvir é a porta para o mundo e o segundo em uma visão sócio-antropológica, aceitando-se enquanto pessoa surda e que defende a sua cultura utilizando-se da LS e perpassando este conhecimento a outros surdos.
Há então uma disputa entre quem a sociedade espera encontrar: o surdo oralizado ou o surdo que faz o uso dos sinais? Há então um embate entre eles, ambos querendo provar que são mais bem aceitos.
Percebe-se então a diferença entre o deficiente auditivo e o indivíduo surdo. Já que o primeiro não aceita-se como surdo, mas como alguém que precisa de um tratamento para se encaixar nos padrões da “normalidade” e o outro, o Surdo, indivíduo que compreende a sua diferença e procura, dentro dos padrões da mesma encaixar-se na sociedade defendendo seus ideais.


REFERÊNCIAS

BRASIL. Decreto-Lei n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm. Acesso em: 24 abr. 2014.

CHIAVENATO, N. Processos de inclusão de alunos surdos na escola regular: um estudo de caso em uma escola pública de Belém. 2010. 103 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia) – Faculdade de Pedagogia, Faculdade Ideal, Belém, 2010.

DORZIAT, A. O outro da educação: Pensando a surdez com base nos temas Identidade/Diferença, Currículo e Inclusão. Petrópolis: Vozes, 2009. 94 p.

SOARES, F.M.R; LACERDA, C.B.F de. O aluno surdo em escola regular: um estudo de caso sobre a construção da identidade. In: GÓES, M.C.R. de; LAPLANE, A.L.F. de. Políticas e práticas de Educação Inclusiva. 2. ed. Campinas,SP: Autores Associados, 2007. p. 121-147.

Inclusão: Uma verdade ou um mito?

Sabe-se que hoje a inclusão é obrigatória em todas as escolas, tanto na rede particular, quanto na privada, porém, como acontece sempre no Brasil as legislações vigentes ficam apenas no papel.
As escolas, principalmente as redes públicas não oferecem suporte nenhum ao aluno deficiente. E digo isso falando de todas as especificidades, de todos os distúrbios de aprendizagem e de toda a dificuldade motora do indivíduo deficiente.
Como obrigar uma escola a incluir o aluno, se nem sequer há verbas suficientes para adaptar todas as escolas a essa nova realidade. Sim, concordo com a inclusão, porém uma inclusão de fato, e não apenas como uma utopia que é o que temos para hoje.
Vejo cada vez mais alunos ingressando em escolas e sendo deixados à margem de um verdadeiro ensino de qualidade, pois são excluídos, deixados de lado. As escolas são o que chamamos de escolas homogêneas, turmas homogêneas, onde todos são vistos como iguais e o professor assim os trata: como iguais, mas esquece que há uma limitação, que passa despercebida e é aí que acontece o abandono do aluno deficiente, pois este recebe o mesmo currículo que todos os outros alunos, sem nenhuma adaptação.
O professor, despreparado não sabe o que fazer com o aluno, a escola não sabe o que fazer com o aluno. Como trabalhar como ele em sala de aula? Todos ficam perdidos, inclusive o aprendente.
Portanto, para que haja uma escola verdadeiramente inclusiva é necessário primeiramente a capacitação do profissional, adequação do espaço escolar, sem que hajam barreiras arquitetônicas, conscientização do aluno "dito normal" que estuda na entidade, para que não aconteça o preconceito, o bulling com a chegada de uma pessoa diferente na escola.
talvez a partir de então se possa construir uma escola inclusiva de fato.

domingo, 4 de setembro de 2011

Por que os surdos ficam tão excluídos dos meios de comunicação????

Logo abaixo estou postando duas propagandas de marcas famosas que não foram ao ar, mas me pergunto o motivo, pois ambas tratam de uma forma bem real a surdez e como é normal ser surdo. 








Esses comerciais foram ao ar somente no meio virtual e para quem procurava pelo vídeo. Por que não foi exposto no meio de informação em massa que é a televisão? Por que privar o surdo de um comercial que o favorece? Que valoriza a sua cultura... Quando as pessoas irão deixar de ver o surdo como um deficiente e vê-los como uma pessoa comum com apenas uma limitação, que é a capacidade de ouvir?
Não entendo o que acontece... O que pode ser assim de tão terrível dar as pessoas o que elas merecem? O que elas realmente necessitam? Será que precisam de um pequeno interprete apenas no cantinho da TV que mal dá pra ver os sinais que fazem? Ou será que precisam apenas de uma legenda super pequena que nem aos olhos de quem enxerga muito bem é difícil de ver? Quanto mais o mundo vai perceber que não é composto apenas de pessoas que veem, escutam e se locomovem? Quantas pessoas irão ter que sofrer por suas privatizações para que o governo possa olhá-las com devido respeito? Onde esse mundo vai parar??? Aqui deixo minha mensagem em forma de mais um vídeo, para que possa haver uma reflexão a respeito do tema... O que você acha a respeito?


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Verdades sobre o BBB



Alguns acham divertido, Outros chocante, outros são fissurados!!! Mas isso não passa de exploração contra as pessoas, principalmente aquelas que se sujeitam ser objeto de lucro de uma emissora (os integrantes do BBB)!!! É incrível o quanto nós somos usados sem saber... Ou melhor, até sabendo e ainda assim continuando a ser usados!!! São 3 meses assistindo a um programa que não traz cultura, que não nos rende nenhum aprendizado e ainda me atrevo a dizer sendo transmitido em um horário que jamais deveria ser permitido, pois vem trazendo cenas obscenas!!! Não são só adultos que assistem a esse programa, mas crianças!!! E o que elas aprendem??? Isso fica a cada conceito, mas garanto uma coisa, não é boa coisa!!! Li uma crônica de Luiz Veríssimo sobre o programa e faço questão de transmití-la a vocês, para que deem sua opinião sobre o assunto...
Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o "BBB"
Que me perdoem os ávidos telespectadores so Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço... A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil, encontrar palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB11 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver esse programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, héteros... Todos na mesma casa, a casa dos "heróis", como são chamados pelo Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homessexuais ou heterossexuais. O BBB11 é a realidade em busca do IBOPE... [que por sinal não é lá grande coisa].
Veja como Predro Bial tratou os participantes do BBB11. Ele prometeu um "zoológico humano divertido". Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os "animais" do "zoológico": o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a "não sou piranha, mas não sou santa", o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a Dj intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é pra acabar!!!).
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível?
Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente em sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e príncipios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, assam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados.
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram outra chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroina, Zilda Arns).
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário ménimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E aí vem um psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por tra$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou de protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar..., ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins..., telefonar para um amigo..., visitar os avós..., pescar..., brincar com as crianças..., namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.
Esse foi o desabafo de Luiz Fernando Veríssimo. E agora? Será que você não tem nada a dizer?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Alfabetização

Já fazia um tempinho que não postava, mas não abandonei esta prática, era tudo por falta de tempo...
Hoje tenho analisado de forma mais eficaz sobre como tem-se alfabetizado as crianças nas nossas escolas...
Há um tempo atrás fiz uma postagem aqui no blog sobre a alfabetização e venho me perguntando ainda sobre este tema. Hoje eu tenho uma turma de alfabetização, sou responsável pelo letramento das minhas crianças. Só quando nós estamos realmente inseridos neste contexto é que podemos nos deparar com a verdadeira realidade. Logo quando assumi a turma me perguntava como fazer, quanta responsabilidade!!!
Estudei diversas práticas para se alfabetizar e agora vejo que não existe um único método, uma única maneira de se ensinar, de letrar uma criança... Há a adequação, um pouquinho de cada metodologia, existem alguns alunos que se adaptam a uma metodologia e outros não, então, para conseguir atingir a turma em sí, é necessário adaptações em cada forma de ministrar a aula... Só não abandonar os textos, pois a criança compreende muito mais rápido quando a palavra estudada está diretamente ligada a algo comum à eles... Não adianta nós trazermos várias palavras, várias formas de escrevê-las se elas não tiverem sentido... pra que aprende a falar mato, mapa, tijolo se estas palavras não estão interligadas entre sí, se eu posso aprender dentro de um texto ou frase... Trabalho bastante comparlendas, pois dá um sentido mais animado e interessante para as crianças. Dentro das palavras que estão no texto as crianças aprendem as famílias, pois também não devemos desconsiderar como a família está auxiliando em casa... Não adianta a escola ensinar de outro jeito e a família de outro, a escola não deve abandonar isso e trazer um pouco deste cotidiano pera a sala de aula... Se a família ensina através do ba, be, bi, bo, bu não demos dizer que está errado, pois a criança está aprendendo desta forma também, pode-se então trazer um pouco disso para a sala, que é o que faço... Não trabalho a soletração em sí, mas dentro de um contexto, as sílabas formam palavras e é através destas sílabas que montamos novas palavras. Brincamos com as letras, retiramos um pouquinho de uma palavra para montar outras e assim as crianças se divertem e aprendem...
Gostaria de sugestões para minhas aulas, pois não sei de tudo de tomas as formas... Idéias novas são sempre bem vindas...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Alfabetizar sem ba-be-bi-bo-bu é mesmo uma prática ultrapassada?

Estava meio afastada, mas já estou de volta com toda garra e força...
Estive fazendo uma pesquisa no campo da alfabetização e nas minhas vivências em escolas que trabalham com o método da casinha feliz... O ba-be-bi-bo-bu é utilizado nas salas de alfabetização e com uma extraordinária rapidez as crianças conseguem se adaptar a nova letra, às novas palavras. Fiquei refletindo sobre isto, pois venho cada dia mais na minha faculdade ouvindo que este método é ultrapassado, que as crianças precisam aprender de outra forma, que não é adequado e assim sucessivamente. Porém Em uma das escolas que pesquisei trabalhava com o construtivismo e as crianças da 1ª série, antiga alfa, trabalhava de uma forma nova, com formação de palavras a partir de outras palavras e pude perceber que apesar de ser uma forma inovadora de ensinar, as crianças não estavam tão avançadas quanto a da outra escola que utilizava o método "ultrapassado". Ficou na minha cabeça: será que o ba-be-bi-bo-bu é melhor que outras práticas? claro que sendo trabalhado direito e apresentando uma nova letra depois que as crianças estiverem adaptadas a anterior. O que você acha? concorda com o ensino dito "ultrapassado" ou defende as novas metodologias de ensino?